Soluções financeiras de ponta a ponta para importadores, distribuidores e projetos de cultivo sob Autorização Especial da Anvisa.
O mercado corporativo de cannabis exige conformidade farmacêutica e disciplina fiscal em cada etapa. Ajudamos sua startup a estruturar a cadeia financeira de ponta a ponta, mapeando os riscos regulatórios e planejando a carga tributária da importação à distribuição.
Principais soluções
- Rastreabilidade de Estoque e IFA: Controle contábil rigoroso do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA), desde o desembaraço aduaneiro até o armazenamento regulado.
- Engenharia Tributária para Importação: Análise dos tributos federais e estaduais incidentes na cadeia e dos enquadramentos que a lei permite para cada etapa da operação.
- Contabilidade de Custos Industrial: Mensuração de custos diretos e indiretos do cultivo autorizado pela Anvisa (área e estufas, segurança, pessoal), separados por lote, que é a unidade em que a norma de cultivo cobra rastreabilidade e análise de teor.
- Preparação para Captação de Recursos: Balanços e relatórios preparados para auditoria e para a análise de fundos de Venture Capital e investidores anjo.
Sua empresa precisa de uma contabilidade que entenda o setor?
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Agende uma conversaDúvidas Frequentes de Empresas de Cannabis
Quais são os maiores desafios fiscais na importação de insumos de cannabis?
São dois, e correm em paralelo. O primeiro é a classificação fiscal do insumo, o código NCM com que o Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) é declarado, que define a tributação da operação e o tratamento administrativo do licenciamento: código errado no cadastro do produto e na declaração significa carga retida no desembaraço e diferença de tributos com multa. O segundo é sanitário: o insumo de cannabis segue os controles da Lista A3 da Portaria 344/1998, independentemente do teor, e cada importação depende de Autorização de Importação e da Cota de Importação concedida pela Anvisa, definida pela estimativa de uso e revisável quando o consumo realizado diverge do previsto. O que a contabilidade decide é o controle de estoque por lote, que precisa fechar com o que foi importado e consumido dentro da cota: é essa divergência que aparece na inspeção e na revisão da cota.
A contabilidade de uma empresa de cannabis precisa controlar custo e estoque por lote?
A Anvisa não fiscaliza plano de contas nem escrituração contábil: o que ela inspeciona é o lote (origem, análise de teor e controle de qualidade de cada um). O problema aparece do outro lado: quando o custo é registrado de forma mensal e agregada, o lote existe no controle sanitário e não existe no financeiro, e a empresa não sabe quanto custou cada lote nem consegue demonstrar que o estoque fecha com o que foi importado e consumido dentro da cota. Um plano de contas segregado por centro de custo, com o lançamento amarrado ao mesmo número de lote do laudo, é o que permite responder às duas frentes com o mesmo dado.
Uma empresa pode cultivar cannabis legalmente no Brasil?
Pode, em uma hipótese específica. Desde 4 de agosto de 2026, a RDC 1.013/2026 permite o cultivo, por pessoa jurídica, de Cannabis sativa L. com teor de THC menor ou igual a 0,3%, exclusivamente para fins medicinais e/ou farmacêuticos, mediante Autorização Especial da Anvisa obtida por estabelecimento (art. 3º), com rastreabilidade por lote (art. 15) e análise de THC em cada lote (art. 16). Não existe cultivo comercial de cannabis acima desse teor, e para pessoa física não há via administrativa de cultivo.